
FESTA DA FAMÍLIA
OBJETIVOS
FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL E INTERAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA
PEÇA TEATRAL: A DONA FADINHA
É PRECISO QUE A CRIANÇA SEJA INSERIDA NESTA REALIDADE DE PARTICIPAÇÃO E INTERAÇÃO. DIANTE DESTAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS PODEMOS, BUSCAR INTEGRAR MAIS AS FAMÍLIAS NO ÂMBITO ESCOLAR.
DENTRO DESTES ASPECTOS FUNDAMENTAIS BUSCAR:
· Conhecimento do modo de ser, viver e trabalhar de alguns grupos sócios do presente e do passado.
· Relação entre suas idéias e as de outro educandos.
· Identificação dos diferentes papeis sócias existentes em seu grupo de convívio.
· Regras de convivência social e suas variações nos diferentes grupos
· Relações socioculturais com o grupo social ao qual pertence e outros grupos.
· Conhecimento do corpo, suas funções e relações.
· Conhecimento das variações e distinções das famílias em diferentes povos.
· Reconhecimento da comunidade
· Demonstração de sentimentos
· Direitos e deveres da criança
· Valores
· Cidadania
· Valorização das diferentes formas de expressão cultural.
A compreensão do ser humano como um artefato social e histórico, tem se tornado um marco dentre os estudos que buscam pensar a relação entre a criança, e a cultura que lhe é destinada. A vivência adquirida até o tempo da maioridade apresenta o caráter radical e acelerado das transformações ocorridas nas duas ultima décadas em todo o mundo, nas mais diversas áreas vem modificando sensivelmente o modo de vida das pessoas, as relações econômicas, sociais, familiares e, especialmente, os desafios de compreender melhor as diversas áreas da inclusão.
Sabemos que é, em grande medida, nos primeiros anos de vida que o caráter é formado. Os bons costumes quando cedo estabelecidos tem maior influência do que qualquer outra virtude intelectual. O que a criança vê e ouve, produz impressões profundas na mente imatura que nenhuma circunstância posterior da vida poderá desfazer completamente. Às vezes, os atos repetidos em dado sentido tornam-se hábitos e estes podem ser modificadas por uma educação interdisciplinar que objetiva o desenvolvimento de hábitos que habilitem a criança ao alcance de uma vida digna e que lhes garanta uma formação para a vida em sociedade.
















































Segundo Szymanski (2000), no ciclo que os filhos passam na família, há uma evolução desde a dependência total a respeito dos pais até sua independência. A missão dos pais seria de garantir que os filhos pudessem alcançar uma identidade integrada, convivendo segundo as circunstâncias de cada momento, sabendo que não se percorre esse caminho de uma só vez e nem sempre com a mesma bagagem.
Das relações que se estabelecem na família pode ocorrer uma incidência na quantidade e também na qualidade das práticas educativas, e as experiências educativas que os pais oferecem aos filhos diferem de uma família para outra quanto ao grau de controle e de afetividade em relação a eles, ajudando a fazer com que alcancem um autocontrole adequado para as decisões que são tomadas, bem como a certeza de sua significação no mundo.
Em relação à parceria “ideal”, família e escola, essa modalidade diferencial de educação familiar exerce forte influência na aprendizagem escolar. De acordo com Szymanski (2000), quando a família se envolve na tarefa do filho, o sentido dessa lição se amplia porque há uma reflexão sobre o que está sendo estudado. A ajuda pode vir de diversas maneiras, há a possibilidade de se conversar sobre assuntos voltados para literatura, sobre assuntos veiculados na mídia e também relacionados aos conteúdos estudados ou sobre um enigma trazido da escola. Ajudar pressupõe participar da vida escolar e não apenas garantir ambiente de estudo adequado.
As aprendizagens coerentes com a realidade social circundante derivam da inserção particular de cada família na sociedade de classes. Nessa medida, a apreensão primeira que a criança faz de suas condições de classe depende da maneira particular de sua família encarar, orientar ou mesmo rejeitar tais condições.
Quando a família incentiva os filhos a participarem de atividades de grupos, estão também permitindo que suas possibilidades futuras sejam desenvolvidas com êxito, pois são as atividades grupais que desenvolvem na criança sociabilidade, controle sobre os instintos, desejo de aperfeiçoar, respeitar regras e também a arte de dirigir.
Contudo, vale lembrar que nenhuma estratégia educacional sadia pode ignorar o fato de que a família é uma instituição poderosa e que sua influência sobre os membros que dela participam se mostra em todos os setores de sua vida, inclusive no ensino. A família pode produzir diferentes carreiras educacionais para diferentes crianças, elas imprimem sua marca na criança como um carimbo. É claro que a escola não é um compartimento cujo produto possa ser avaliado e compreendido isoladamente de seu contexto, as escolhas educacionais somente têm sentido se houver relação entre a experiência do aluno na escola e sua experiência fora dela.
